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quarta-feira, 7 de outubro de 2009
O GUERREIRO PERDIDO: Capítulo II - O Nascimento
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segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Criando na Crise
Os últimos anos foram marcados por constante renovação nas empresas. A globalização obrigou essas empresas e acompanharem a tendência mundial pela inovação tecnológica. O “antigo modelo econômico” tinha por modelo empresas gigantes, inchadas de pessoal e patrimônio, onde o que prevalecia era o poder de cada uma, o que impedia empresas menores de conquistarem mercado.
O novo modelo é composto de empresas mais ágeis, flexíveis, com um sistema de informação mais apurado e dinâmico, o que torna a resposta ao consumidor mais rápida e segura. Novas empresas surgiram nesses últimos dez anos e hoje estão na ponta de cima, quando o assunto é faturamento.
Essa mudança de paradigma se deu quando os executivos se deram conta que o principal ativo das empresas são as pessoas. Atualmente a era dos negócios está focada no conhecimento e estamos vendo empresas que nasceram em garagens que hoje são potencias e referências em sua área de atuação.
O modelo de decadência está impetrado de tal maneira, que a melhor forma de reconhecer em qual modelo sua empresa está inserido, é saber se o pensamento vigente dos executivos se baseia no “sucesso de ontem é a garantia do sucesso do amanhã”.
A crise, como falamos na última semana, é a oportunidade de crescimento, pois é a época que as empresas retraem. O empreendedor deve utilizar essa retração como mola propulsora para o crescimento de sua empresa e disseminação de sua marca no mercado global.
Tire o S da crise.
Inove.
Renove.
E Cresça.
Até a próxima semana.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Crise X Investimento em Propaganda
Semana passada começamos a ver a importância de se investir em épocas de crise.
Crise se dá em início de período de depressão.
É o que antecede aos momentos ruins e estagnados da economia. Mas quem estagnou foi a economia.
O povo está com menos dinheiro? Pode até estar, mas o pouco que tem, eles querem gastar. E é nessa hora que o empreendedor deve investir em marketing. Promoções e propaganda maciça para “abocanhar” fatias de mercado que estavam no “prato” da concorrência. O mercado retrai para todo mundo, as pessoas gastam menos, por isso, você deve aumentar a quantidade de clientes. Assim você mantém o nível da sua receita.
Quando a crise passar e seus clientes voltarem a gastar como antigamente, como seu percentual de consumidores aumentou, a receita dará um salto também, como conseqüência.
O mais difícil é investir nessa hora. O medo sempre toma conta do investidor, que nessa hora deve ser impetuoso e não retraído. Obviamente isso não quer dizer que ele deva sair investindo em tudo quanto é propaganda, mas sim, rever sua estratégia e direcionar seu foco. Um mercado de bairro, que domina sua região, pode investir em outro bairro no momento de crise, fazendo com que seus potenciais clientes vejam vantagens em sair do seu bairro de origem para ir comprar em outro estabelecimento.
Também deve escolher a mídia correta. Num bairro onde todos trabalham fora durante o dia, não adianta manda um carro de som para divulgar a empresa durante o dia, mas sim, no final da tarde até o horário permitido para esse tipo de divulgação.
É por isso que a propaganda no horário da novela das 20h é a mais cara de todas, pois nesse horário é que se concentra o maior número possível de consumidores em casa, olhando para a telinha.
Empreendedores criam na crise e esse será nosso tema da próxima semana.
Até lá.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Importância da Publicidade e Propaganda
Semana passada aprendemos a diferenciar publicidade de propaganda.
Agora veremos a importância da utilização dessas ferramentas importantíssimas e primárias para a conquista de clientes. Quando falamos em conquistar o cliente, realmente falamos em seduzir, em despertar o desejo.
A propagada pode ser comparada à fase inicial do namoro, quando mostramos as inúmeras qualidades à pessoa amada e queremos saber todos os seus desejos e necessidades. Eu discordo quando alguém fala que o marketing cria necessidade pela compra de tal produto.
Agora, concordo plenamente que o marketing deve “atiçar” o desejo do seu cliente. Ele deve desejar seu produto e isso você fará com uma propaganda muito bem elaborada. Quando você estabelece em seus objetivos em ser o Nº1 na cabeça dos seus clientes, você tem que focar em seu Share of Mind, ou seja, no percentual de pessoas que focam a SUA marca em primeiro lugar.
E como você consegue isso?
Com propaganda. Muita propaganda. O maior crime que a empresa comete com ela mesma, em épocas de crise e cortar o investimento em Marketing. Na crise é a hora mais importante de investir em marketing. E a conta é bem simples, enquanto TODOS tiram investimentos e perdem o lugar na mente do cliente, você deverá investir e TOMAR esse lugar para SUA empresa. Mas, por incrível que pareça, a maioria não faz isso.
Graças a Deus temos empreendedores que compreenderam essa prerrogativa e pregam esse conceito e, com isso, crescem em épocas de crise. Até arrisco e dizer que eles preferem a crise, pois os concorrentes o auxiliam muito mais, retraindo suas empresas. Seguidamente vemos na publicidade para tirarmos o S da crise, para que a gente CRIE e cresça.
Semana que vem continuamos nossa conversa sobre propaganda.
Um abraço e até lá.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
O Guerreiro Perdido
Um Conselho preocupado em defender a Galáxia livre. O mesmo conselho preocupado em salvar a própria pele.
Uma profecia.
Um Guerreiro.
Tudo isso e muito mais se inicia agora
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Publicidade e Propaganda
Publicidade?
Propaganda?
Marketing?
Relembrando nossa primeira semana, publicidade e propaganda não é o marketing, mas estão inseridas dentro do planejamento de marketing da empresa. E publicidade é diferente de propaganda, apesar de usar praticamente os mesmos meios de comunicação e veiculação na mídia.
Para entendermos a importância da divulgação da nossa empresa, devemos saber diferenciar um do outro. Analisemos a publicidade. A Petrobrás faz publicidade. Os bancos também. Quando a Dafra faz propaganda da Street Speed 150, ela direciona, dentro da marca, para o produto, ou seja, a publicidade é institucional, da marca, enquanto a propaganda é do produto em si.
O marketing analisa e coloca, dentro do seu planejamento, quando é importante publicidade e quando é vital a propaganda. Lojas de roupas fazem publicidade, pois focam na marca.
A Perdigão é uma empresa que trabalha com publicidade, quando anuncia que é a marca do coração E com propaganda quando anuncia seus produtos, especificamente.
Entendido isso, como posso proceder para fazer a propaganda do meu estabelecimento comercial? Exemplificando um barzinho que sirva de ponto de encontro, ele fará a publicidade do local, enfatizando seu segmento de mercado. Mostrará jovens quando seu segmento por jovens ou mostrará a melhor idade quando seu segmento for esse. O ideal é enfatizar a alegria do local por ser ponto de encontro e de novas amizades ou namoros potenciais.
A escolha da mídia também será de supra importância, pois você poderá dar prioridade à mídia local ou outdoors estrategicamente colocados. Quando eu digo estrategicamente, quero dizer nos locais onde há grande circulação dos seus potenciais futuros clientes.
Na próxima semana discutiremos mais a fundo a importância da publicidade e da propaganda. Até lá.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Transformando missão em objetivos
Continuando da semana passada, onde falamos sobre o empreendedor que trabalha propiciando conforto, satisfação e proteção ao banhista e sua família, ele deve ter os objetivos a serem buscados para atender a missão da empresa. Mas qual seriam seus objetivos?
Começando pelas cadeiras, ele deve ter por objetivo mantê-las sempre em excelente estado e limpas. Pelo fato de pessoas diferentes as utilizarem, com os corpos com bronzeador e suor, ele deve ter a consciência que deverá lavar a cadeira toda vez que mudar o banhista.
Deixando à vista de todos um vidro com álcool 70º - que além de mais barato é mais eficiente que o álcool de cozinha - ele vai deixar o banhista ciente de sua preocupação com a saúde do mesmo, desinfetando a cadeira de praia.
O mesmo vale para o guarda sol que deve ser trocado nas temporadas para que ofereça a melhor proteção contra o sol.
Oferecer tamanhos variados de guarda sol ou barracas de praia é um diferencial que ele pode ter contra seus concorrentes. Pensando assim, ele pode ter como objetivo principal, a cada temporada, “aumentar em 15% sua participação no mercado”.
Outro objetivo é “ser o primeiro na mente dos seus clientes”. Agora depende do empreendedor partir atrás desses objetivos. Pintar a cadeira com o nome da “empresa” dele é importante. Interagir com os clientes também, até com perguntas básicas sobre o conforto da cadeira, se o guarda sol está protegendo o suficiente.
Com essa conversa, ele pode até descobrir que será interessante investir em pequenas mesas que possam servir de suporte ao guarda sol e que o banhista possa depositar seus pertences ou a bebida em cima.
Além dessa interação, a propaganda é muito importante, pois leva o nome da empresa à mente dos seus consumidores.
Aliás, a importância da propaganda será nosso tema da próxima semana. Até lá.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Definindo a Missão - Continuação
Continuando nossa conversa da outra semana sobre a missão, devemos saber que a definição dela deve ser o que vai direcionar a empresa nos próximos 10 anos.
Normalmente não se revê a missão da empresa ano após ano, e não ser em caso que a empresa tenha seu crescimento muito acima do mercado e com isso necessite rever seus valores periodicamente. Além de tudo isso, devemos entender e direcionar nossa missão. Antigamente a missão era direcionada para o produto da empresa, ou seja, a empresa Boticário faz cosméticos, mas será que a missão de fazer o melhor cosmético do mundo é o ideal?
Quando pensamos na definição voltada ao mercado, aos consumidores, pensamos que a Boticário é uma empresa que vende beleza e satisfação ao seu consumidor. A visão da empresa é “Conectar as pessoas aos ideais de beleza, sendo a marca preferida, com rentabilidade e crescimento acima do mercado.”
A missão sempre deve ser voltada à satisfação do cliente, pois é ele quem faz a empresa crescer. Após definir a missão, vamos transformá-la em objetivos detalhados a serem buscados. Detalhados no sentido que cada setor terá uma meta a ser alcançada, de modo que todos os setores, no final, atingirão o objetivo geral da empresa.
Claro que não podemos ser ingênuos a pensar que o objetivo único e específico da empresa não é o lucro, mas como falamos semana passada, definir a missão em valores vai desmotivar a equipe.
Sempre devemos pensar na missão como algo motivador. Até o menino que aluga cadeiras na praia deve ter uma missão, que é “ser o melhor em proporcionar conforto, satisfação e proteção ao banhista e sua família durante seu descanso”.
É algo simples que diz tudo, mas como vamos transformar essa missão em objetivo?
Semana que vem falaremos sobre isso. Até lá.
